Lá vem Maria

DO AMOR, O MEDO

fev. 5, 2016 por

(da peça Bar Brasilis) faces

Não, não tenho medo da morte.Tantos foram nossos encontros, que nos tornamos íntimos. Conheço suas metamorfoses com tamanha lucidez, que se fosse possível dizê-las, definitivamente me designariam louco.

Crê realmente que temo o escárnio? Não, não o temo. Em tantos jogos nos defrontamos que faço minhas suas artimanhas. Do escárnio conheço o ventre com tão louca profundidade, que se fosse possível mostrá-lo, me chamariam maldito.

O amor? (…)

Enfim celebras o que temo! (….)

No amor conheci tanta vida e emoção, que se fosse possível dividi-las entre os homens, me baniriam para sempre de seus convívios!

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